Citação

O ódio, a raiva, o rancor, a tristeza, nascem do medo de não sermos amados, aceitos e valorizados. Nossa essência amorosa é ilimitada, porém, sem consciência plena nos assustamos, doamos desamor com medo de nos tornarmos vulneráveis e frágeis. É necesssário, portanto, reconhecermos e despertarmos nossa origem e capacidade de amar, além do mundo físico.

Citação

“O mundo tornou-se perigoso, porque os homens aprenderam a dominar a natureza antes de se dominarem a si mesmos.” Albert Schweitzer

Citação

“O potencial da humanidade é infinito e todo ser tem uma contribuição a fazer por um mundo mais grandioso. Estamos todos nele juntos. Somos UM. ” (Helena Blavatski)

CRENÇAS DA MENTE

Nós somos as únicas criaturas do planeta que podem modificar a própria biologia através dos pensamentos, sentimentos e intenções. As nossas células estão constantemente espionando os nossos pensamentos e sendo modificadas por eles. Quando nos apaixonamos, pensamentos positivos percorrem o nosso corpo e fortalecem nosso sistema imunológico. Por outro lado, pensamentos sombrios e sentimentos depressivos podem nos deixar vulneráveis a doenças.

Ao longo das últimas três décadas, centenas de estudos mostraram que nada possui mais poder no corpo do que as crenças da mente. Esta é a visão de mundo quântica, que nos ensina que todos somos parte de um campo infinito de inteligência, a fonte dos nossos pensamentos, mente, corpo e tudo o mais no universo. Este paradigma, que tem conquistado aceitação crescente no mundo da medicina Ocidental moderna, se baseia nas dez concepções seguintes:

1 – O mundo físico, incluindo o nosso corpo, é um reflexo das nossas percepções, pensamentos e sentimentos. Não há nenhuma realidade objetiva “lá fora” que é independente do observador. Ao contrário, nós criamos nossos corpos conforme criamos nossa experiência do mundo.

2 – Apesar do corpo físico parecer matéria sólida, na verdade ele é composto de energia e informação. Os físicos quânticos nos dizem que todo átomo é 99.9999 por cento espaço vazio, e as partículas subatômicas se movendo à velocidade da luz neste espaço são pacotes de energia vibrante. Essas vibrações não são aleatórias ou caóticas, elas transportam informações ao longo de padrões específicos.

3 – A mente e o corpo são inseparáveis. Existe somente uma única inteligência criativa que expressa a si própria como nossos pensamentos – assim como às moléculas das nossas células, tecidos e órgãos.

4 – A nossa consciência cria a bioquímica do nosso corpo. As nossas crenças, pensamentos e emoções direcionam as reações químicas que ocorrem em cada célula do corpo.

5 – Percepção é um fenômeno aprendido. A maneira como experimentamos o mundo e o nosso corpo é um comportamento aprendido. Mudando as nossas percepções, nós podemos mudar a experiência do nosso corpo e mundo.

6 – A todo momento, impulsos de inteligência estão criando nosso corpo. Modificando os padrões desses impulsos, nós podemos nos modificar.

7 – Apesar que, para a nossa mente-ego, nós parecemos separados e independentes, nós todos somos parte de uma inteligência universal que governa o cosmos.

8 – O tempo não é absoluto. O que chamamos de tempo linear é simplesmente um reflexo de como percebemos as mudanças. Na verdade, o tempo é eterno e imutável. Se começarmos a perceber a imutabilidade, o tempo como conhecemos deixará de existir e iremos experienciar a imortalidade.

9 – A nossa natureza essencial é puro ser. Embora estejamos acostumados a nos ver como personalidade, ego e corpo, o nosso verdadeiro Self (”si-mesmo”) é eterno e ilimitado.

10 – Já que nossa essência é imortal e imutável, nós não precisamos ser vítimas do envelhecimento, doença e morte. Isso é causado pelas lacunas em nosso autoconhecimento e pela ilusão antiga de que nossos corpos são materiais. Como a Ayurveda ensina, qualquer desordem pode ser prevenida se mantermos o equilíbrio em nosso corpo, mente e espírito.

Estas podem parecer grandes concepções, mas elas estão fundamentadas nas descobertas da moderna física quântica. Eu quero encorajá-lo a ver que você é muito mais do que seu limitado corpo, ego e personalidade. Em um nível mais profundo, o seu corpo é eterno e a sua mente é atemporal. Uma vez que você se identifique com esta realidade, você tem liberdade ilimitada para criar uma melhor saúde, alegria e qualquer outra coisa que você deseje em seu mundo.

Deepak Chopra

Julgamento

Tranquila Mente

Amado Osho,

         Eu estou constantemente me criticando e julgando as outras pessoas. Isso me faz sentir-me dividido e tenso, e eu não posso estabelecer um contacto verdadeiro com as pessoas, ou a natureza. Eu quero abrir o meu coração e não sei como fazer isso.

        Por favor, Você pode dizer algo sobre isso?

Toda a nossa educação é tão feia, todo o nosso desenvolvimento é tão errado, que ele joga fora toda a possibilidade do seu crescimento interior e lhe dá idéias estúpidas que não têm nenhuma relevância no que tange à sua alegria, à sua compreensão e à sua maturidade.

A toda criança se diz, de mil modos, para criticar a si mesma, assim, isso não é apenas um problema seu. Se diz sempre a ela que ela está errada em tudo. Devagar, devagarinho, ela pega a doença de criticar a si mesma. E uma pessoa que…

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ROMPENDO COM O CORPO DE DOR

Quem possui um corpo de dor forte e ativo emana uma energia específica que as outras pessoas sentem como algo extremamente desagradável. Quando elas encontram alguém que tem um corpo de dor desse tipo, sua reação imediata é se afastar ou reduzir o contato com ele ao mínimo. Elas se sentem repelidas por esse campo energético. Outras são tomadas por um impulso agressivo e se tornam rudes ou atacam esse indivíduo com palavras e, em alguns casos, até mesmo fisicamente. Isso significa que existe algo dentro delas que está em consonância com o corpo de dor. O que as leva a reagir de modo tão intenso também se encontra em seu interior. É seu próprio corpo de dor. Não surpreende que as pessoas com um corpo de dor pesado e freqüentemente ativo costumem se ver em situações de conflito. Às vezes, é claro, elas próprias as causam. Mas outras vezes de fato não fazem nada. O negativismo que transmitem é suficiente para atrair hostilidade e gerar confrontos. Somente um alto grau de presença nos impede de reagir quando somos provocados por alguém com um corpo de dor tão ativo assim. Quando conseguimos permanecer presentes, algumas vezes esse estado de consciência permite que a outra pessoa deixe de se identificar com seu próprio corpo de dor e, dessa forma, sinta o milagre de um repentino despertar. Embora o despertar possa ter curta duração, o processo terá se iniciado. Um dos primeiros casos desse tipo de despertar que testemunhei aconteceu muitos anos atrás. A campainha da minha porta tocou perto das 11 horas da noite. Pelo interfone ouvi uma voz carregada de ansiedade. Era minha vizinha Ethel. – Preciso conversar com você. É muito importante. Por favor, deixe-me entrar. Ethel era uma mulher de meia-idade, inteligente e com instrução de nível superior. Ela também possuía um ego bastante forte e um corpo de dor pesado. Conseguira escapar da Alemanha nazista quando era adolescente, porém muitos de seus parentes foram mortos em campos de concentração. Ela se sentou no meu sofá, agitada, as mãos trêmulas. Em seguida, tirou cartas e documentos da pasta que trazia consigo e espalhou tudo pelo sofá e pelo chão. Na mesma hora, tive uma estranha sensação: foi como se um dimmer tivesse levado a parte interna do meu corpo à potência máxima. Não havia nada a fazer, a não ser permanecer receptivo, alerta e intensamente presente. Olhei para ela sem pensar em nada e sem julgar, apenas a ouvi em silêncio, sem fazer nenhum comentário mental. Uma torrente de palavras brotou da sua boca. – Recebi mais uma carta perturbadora hoje. Eles estão tramando uma vingança contra mim. Você precisa me ajudar. Temos que lutar contra eles juntos. Nada deterá os advogados vigaristas que eles têm. Vou perder minha casa. Estão me ameaçando com o despejo. Ao que parecia, Ethel se recusara a pagar a taxa de condomínio porque os administradores do imóvel em que ela morava não haviam feito alguns consertos necessários. Eles, por sua vez, ameaçavam processá-la. Ethel falou por uns 10 minutos. Permaneci ali sentado, olhando e escutando. De repente, ela se calou e olhou para a papelada ao seu redor como se tivesse acabado de acordar de um sonho. Ficou calma e suave. Todo o seu campo energético havia mudado. Então olhou para mim e disse: – Isso não tem importância nenhuma, não é mesmo? – Não, não tem – respondi. Após uns dois minutos de silêncio, ela recolheu os papéis e saiu. Na manhã seguinte, me parou na rua e ficou me olhando com um jeito desconfiado. “O que você fez comigo? Ontem eu tive minha primeira boa noite de sono em anos. Na verdade, dormi como um bebê.” Ela acreditava que eu havia “feito alguma coisa”, mas eu não tinha feito nada. Talvez Ethel devesse ter perguntado o que eu não havia feito. Não esbocei nenhuma reação, não confirmei a realidade da sua história nem alimentei sua mente com mais pensamentos nem seu corpo de dor com mais emoções. Deixei-a livre para vivenciar seus sentimentos naquele momento, e a força de permitir está em não interferir, em não fazer nada. Estarmos presentes é sempre infinitamente mais importante do que tudo o que possamos dizer ou fazer, embora às vezes o estado de presença suscite palavras ou ações. O que aconteceu com ela não chegou a ser uma mudança permanente, e sim um vislumbre do que é possível, de algo que já estava no seu interior. No zen, esse lampejo é chamado de satori. O satori é um momento de presença, um breve afastamento da voz na nossa cabeça, dos processos do pensamento e do seu reflexo sobre o corpo como emoção. É o despertar da dimensão interior onde antes estavam o emaranhado de pensamentos e o turbilhão das emoções. A mente abarrotada de pensamentos não é capaz de compreender a presença e, assim, costuma interpretá-la mal. Ela nos dirá que não estamos preocupados, que estamos distantes, que não temos compaixão, que não estamos nos relacionando. A verdade é que estamos interagindo, porém num nível mais profundo do que o dos pensamentos e das emoções. Na realidade, nesse nível existe um encontro genuíno, uma autêntica união que vai muito além do relacionamento. Na calma silenciosa da presença, conseguimos sentir a nossa essência sem forma e a da outra pessoa como algo único. Sabermos que nós e o outro somos um só é o verdadeiro amor, a verdadeira atenção, a verdadeira compaixão.”

O despertar de uma nova consciência, Eckhart Tolle.

A INFELICIDADE

“Nem toda infelicidade se deve ao corpo de dor. Parte dela é infelicidade
nova, criada toda vez que não estamos alinhados com o momento presente,
quando negamos o Agora de uma maneira ou de outra. Se reconhecemos que
o momento presente é sempre o que importa e, portanto, é inevitável,
podemos lhe dizer um “sim” interior descomprometido. Com isso, não só
deixaremos de criar mais infelicidade como, graças ao desaparecimento da
resistência interior, seremos fortalecidos pela própria Vida.
A infelicidade do corpo de dor sempre assume uma proporção
desmedida em relação à sua causa aparente. Em outras palavras, é uma reação
exagerada. É assim que ela é reconhecida, embora não normalmente pela
vítima, a pessoa possuída. Alguém com um corpo de dor pesado tem grande
facilidade em encontrar motivos para ficar aborrecido, irado, magoado, triste
ou temeroso. Coisas quase insignificantes que outra pessoa teria deixado de
lado com um sorriso ou que talvez nem chegasse a notar tornam-se a razão
aparente de uma intensa infelicidade. Elas não são, é claro, a verdadeira causa
dessa tristeza, apenas agem como um estímulo, pois trazem de volta à vida
emoções antigas acumuladas. Depois, essas emoções vão para a cabeça,
aumentando e energizando as estruturas mentais egóicas.
O corpo de dor e o ego são parentes próximos. Eles precisam um do
outro. O fato ou a circunstância que desencadeia a infelicidade são
interpretados e suscitam uma reação que passa pelo filtro de um ego
fortemente emocional. Isso significa que sua importância é distorcida ao
extremo. A pessoa observa o presente através dos olhos do passado
emocional que existe dentro dela. Em outras palavras, o que ela vê e sente não
está no acontecimento nem na situação, e sim no que existe em seu próprio
interior. Em alguns casos, até pode estar no acontecimento ou na situação,
porém ela o exacerba por meio da sua reação. E essa atitude reativa, essa
amplificação, é o que o corpo de dor quer, é disso que ele se alimenta.
Para alguém possuído por um corpo de dor pesado, é sempre impossível
afastar-se da sua interpretação distorcida, da “história” emocional. Quanto
mais emoções negativas estiverem envolvidas nela, mais pesada e impenetrável
ela será. E, assim, não é reconhecida como uma fantasia, mas vista como a
realidade. Quando uma pessoa se encontra completamente dominada pela
agitação dos pensamentos e pelas emoções que os acompanham, distanciar-se
disso é algo improvável porque ela nem sequer sabe que existe uma saída. E,
dessa maneira, continua cativa dentro do seu próprio filme ou sonho,
prisioneira do seu próprio inferno. Para ela, a realidade é isso, não existe outra
possível. E, no seu modo de ver, sua reação também é a única possível.”

O despertar de uma nova consciência, Eckhart Tolle.

O CORPO DE DOR FEMININO COLETIVO

“A dimensão coletiva do corpo de dor apresenta componentes diferentes.
Tribos, nações, raças, todos têm seu corpo de dor coletivo, e alguns são mais
pesados do que os outros. A maioria dos integrantes de cada um desses
grupos participa dele em maior ou menor grau.
Quase toda mulher tem sua parcela no corpo de dor feminino coletivo,
que tende a se tornar ativado especialmente no período que precede a
menstruação. Nessa fase, muitas mulheres são dominadas por uma intensa
emoção negativa.
A supressão do princípio feminino, sobretudo ao longo dos últimos 2
mil anos, permitiu que o ego ganhasse absoluta supremacia na psique humana
coletiva. Embora as mulheres tenham ego, é claro, ele pode enraizar-se e
prosperar com mais facilidade na forma masculina do que na feminina. Isso
acontece porque as mulheres se identificam menos com a mente do que os
homens. Elas estão mais em contato com o corpo interior e a inteligência do
organismo, que dão origem às faculdades intuitivas. A forma feminina não se
encontra tão rigidamente encapsulada quanto a masculina, tem maior abertura
e sensibilidade em relação às outras formas de vida e está mais sintonizada
com o mundo natural.
Se o equilíbrio entre as energias masculina e feminina não tivesse
acabado no nosso planeta, o crescimento do ego teria sido limitado de modo
significativo. Não teríamos declarado guerra à natureza e não seríamos tão
completamente alienados do nosso Ser.
Ninguém tem o número exato porque não foram mantidos registros,
mas acredita-se que ao longo de 300 anos entre 3 e 5 milhões de mulheres
foram torturadas e mortas pela “Santa Inquisição”, uma instituição fundada
pela Igreja Católica Romana para reprimir a heresia. Esse acontecimento se
equipara ao Holocausto como um dos capítulos mais sombrios da história da
humanidade. Bastava uma mulher mostrar amor pelos animais, caminhar
sozinha nos campos ou nas florestas ou colher plantas medicinais para ser
considerada bruxa, torturada e condenada a morrer na fogueira. O sagrado
feminino foi declarado demoníaco e toda uma dimensão desapareceu
significativamente da experiência humana. Outras culturas e religiões, como o
judaísmo, o islamismo e até mesmo o budismo, também reprimiram a
dimensão feminina, embora de uma maneira menos violenta. O papel das
mulheres foi reduzido a cuidar dos filhos e da propriedade masculina. Os
homens, que negavam o feminino até dentro de si mesmos, agora
comandavam o mundo, um mundo que estava em total desequilíbrio. O resto
é história, ou melhor, o histórico de um caso de insanidade.
Quem foi responsável por esse medo do feminino que só pode ser
descrito como uma paranóia coletiva aguda? Poderíamos dizer:
evidentemente, os homens foram os responsáveis. Mas então por que em
muitas civilizações antigas pré-cristãs, como a suméria, a egípcia e a celta, as
mulheres eram respeitadas e o princípio feminino não era temido, e sim
reverenciado? O que foi que de repente levou os homens a se sentir
ameaçados pelo feminino? O ego que se desenvolvia neles. Ele sabia que só
conseguiria obter o pleno controle do planeta por meio da forma masculina e,
para fazer isso, tinha que tornar o feminino menos poderoso.
Além disso, o ego também dominou a maioria das mulheres, embora
jamais fosse capaz se de se enraizar tão profundamente nelas quanto fez com
os homens.
Hoje em dia, a supressão do feminino está interiorizada, até mesmo pela
maior parte das mulheres. O sagrado feminino, por ser reprimido, é sentido
por elas como uma dor emocional. Na verdade, ele se tornou parte do seu
corpo de dor juntamente com o sofrimento que elas acumularam ao longo de
milênios por meio do parto, do estupro, da escravidão, da tortura e da morte
violenta.
No entanto, agora as coisas estão mudando num ritmo muito veloz.
Como muitas pessoas estão se tornando mais conscientes, o ego vem
perdendo influência sobre a mente humana. Uma vez que ele nunca se
enraizou profundamente nas mulheres, seu domínio sobre elas está se
reduzindo mais rápido do que sobre os homens.”

O Despertar de uma nova consciência, Eckhart Tolle.

AS PRIMEIRAS IMPRESSÕES SÃO INTUITIVAS

” Sempre que você entra firmemente na consciência centrada no coração, sua consciência se torna imediatamente mais conectada com a sua fonte interior de intuição. Através da intuição, você se torna consciente da informação sobre pessoas, lugares e eventos que surgem da essência destas pessoas, lugares e eventos. Esta informação não é entregue através dos sentidos externos, embora possa se revelar dentro de você ao mesmo tempo em que você recebe a informação sensorial.

Embora a informação visual se relacione somente com o sentido da visão, a informação intuitiva inclui muito mais. Ela inclui toda a informação sensorial – visão, audição, tato, olfato e paladar – e, além disto, os pensamentos, sentimentos e memórias que são relevantes à situação.

As primeiras impressões são mais do que apenas visuais. Elas são intuitivas também. Quando você está prestes a encontrar uma pessoa pela primeira vez e está se aproximando dela, você irá receber uma impressão visual e a sua consciência irá também receber impressões sobre a natureza de sua consciência, tais como o seu verdadeiro estado emocional. Este fluxo intuitivo de informação entrará em sua consciência ao lado do fluxo visual e, se estiver consciente de que ele existe, você pode acrescentar a informação intuitiva a sua impressão consciente da pessoa.

Todos recebem este fluxo de informação intuitiva inconscientemente, mas, para que ela chegue a sua mente consciente, você tem que:

1 – Estar consciente de que ela existe.

2 – Estar aberto para recebê-la.

Quanto mais você praticar ter uma abertura para a informação intuitiva, mais esta irá se desenvolver.

A maior parte das pessoas não está consciente de suas transmissões mentais e emocionais. Em uma multidão de pessoas, estas transmissões se juntam e há tanto ruído mental como o ruído físico. À medida que você se sintoniza mais com os seus sentidos internos, perceberá que, em algumas ocasiões, é melhor não acessar a sua informação intuitiva por um tempo, apenas para se conceder um pouco de paz do volume do ruído mental.

À noite, quando você viaja fora do corpo nos reinos espirituais, a comunicação é diferente do que quando você está acordado em seu corpo físico. O método natural de comunicação em seu corpo espiritual é a troca de informações com os outros através do pensamento. No mundo espiritual, as pessoas sabem naturalmente quando devem se abrir para uma comunicação e quando encerrar as suas transmissões do pensamento novamente. Lá, você sente quando uma pessoa “se abre” para você e envia uma saudação mental, ou quando elas são “encerradas” e não oferecem nenhuma comunicação.

Na vida diária, as primeiras impressões são intuitivas, bem como visuais. A recepção de tais informações é automática, mas a mente consciente perde este suprimento de informações quando está focada inteiramente no mundo externo.

Esteja mais consciente de sua própria informação intuitiva. Esteja aberto a ela. Então, ela fluirá direto para a sua mente consciente, além da informação visual que a sua mente consciente está recebendo.”

Owen K. Waters

Publicado originalmente em http://www.luzdegaia.net/ser/infinito/impressoes_intuitivas.html